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A casa moderna e sustentável que foi construída dentro de uma caverna

Na cidade de Festus, no estado norte-americano de Missouri, uma casa foi construída dentro de uma caverna, resultando em um espaço de beleza única e integração com o meio ambiente.

A obra foi pensada pelo casal Curt e Deborah Sleeper e traz espaços modernos que recebem um charme extra graças às paredes de pedra. Ao todo são 3 “câmaras” que abrigam três suítes, lavanderia, dispensa, lavabo, cozinha e um palco, onde, antes da construção, já performaram artistas como Tina Turner e Bob Seger.

Além da beleza, a caverna oferece uma vantagem sustentável à construção: devido à suas propriedades de isolamento térmico, a casa não faz uso de nenhum tipo de sistema de aquecimento ou ar condicionado, proporcionando ambiente frescos no verão e suficientemente quentes durante o inverno.  A propriedade, que possui cerca de 12 mil metros quadrados, é bastante arborizada, garantindo uma privacidade extra à casa. Apesar disso, é bastante próxima ao centro da cidade, ficando quadras de distância de lojas e supermercados.

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Fotos © Lars Tunbjork

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Fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

4 construções arquitetônicas pelo mundo que desafiam a gravidade

1. Balancing Barn

O britânico Alain de Botton criou o projeto Living Architecture e, com a ajuda de arquitetos e engenheiros, bolou este celeiro equilibrado. Apenas metade dele fica sustentado. O objetivo é mostrar que as casas de campo e de férias podem ser modernas e acessíveis. A casa pode ser alugada por qualquer pessoa (veja mais informações aqui).

A impressionante casa fica em Suffolk, pertinho de Londres, Inglaterra. Nossos Local Friends podem te mostrar mais coisas super interessantes por lá.

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Fotos via

2. Cubic Houses

O objetivo do arquiteto Piet Blom é trazer o conceito “viver como um telhado urbano”. E ele colocou em prática em Roterdã, na Holanda. No total, são 40 cubos e todos estão interligados. Os cubos estão inclinados a 45 graus e apenas um pode ser visitado. Ele tem três andares e está todo mobiliado, numa cidade que surpreende pelo estilo arquitetônico.

A Helena é Local Friend e conhece os mais diferentes prédios.

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3. Tilted House

Vamos inclinar um pouco mais? Este café na Coreia do Sul é inclinado em um ângulo de 50 graus. Lá dentro, tudo está retinho, tirando alguns espelhos e os banheiros. Isso mesmo, os banheiros são um tanto tortos. Estas casas ficam em Kanghwa-do, perto de Seul. O Local Friend Tony mora na capital sul coreana e vai te mostrar outras curiosidades da região.

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Fotos via

4. Apartamentos WoZoCo

Em Amsterdã, o que era para ser um prédio simples para moradores acima de 55 anos, virou mais um sinônimo de inovação. Isso aconteceu meio “sem querer”. A ideia do prédio era ter 100 apartamento, mas no final, só ficam 87. Então como fazer para ter outros 13? Eles foram feitos baseados em gavetas. O resultado ficou irreverente e bem diferente dos outros prédios da região. Quando for para Amsterdã, passeie com os Local Friends Elise e Patrick e conheça a cultura local.

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Fonte:  Nômades Digitais

Parede com umidade e infiltração, como resolver?

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Rodapé da parede externa, telhas quebradas, alicerce e outros locais são alvos de infiltrações gerados por umidade na parede ou laje. Veja algumas dicas e como resolver este problema.

As paredes de uma casa precisam ser bem protegidas para evitar as famosas infiltrações de água provenientes da chuva ou outras fontes. Paredes úmidas trazem problemas de bolor e deterioração dela mesma que se não for tratado, o problema poderá levar a parede a ruína.

Quando a casa ainda não foi construída é mais fácil tratar o problema já que algumas medidas precisam ser tomadas no processo de construção, porém, quando a casa já está pronta e o problema aparece depois ai é bem mais difícil, mas não impossível de resolver.

Origem da infiltração?
A primeira coisa a fazer é identificar a origem da infiltração e tentar neutralizá-la, afinal se ela não for neutralizada, mesmo que você faça o reparo na parede é possível que a infiltração volte a acontecer. Alguns pontos que você deve observar são:

Rodapé da parede externa
Esta parte da parece sofre com o respingo da goteira e em épocas de chuva a parede se mantém muito unida e portanto é forte candidato a sofrer infiltrações. Uma solução para evitar seria colocar calha no final do telhado e assim evitar a goteira.

Calhas
Existem casas que tem telhados irregulares, telhados embutidos na parede, etc. Nesses casos é necessário o uso de calhas, mas qualquer vazamento, por menor que seja já é o bastante para a umidade aparecer. Este caso ocorre com certa frequência também na laje. A solução aqui é evitar ao máximo o uso de calhas e quando usado certificar que não há vazamento.

Telhas quebradas
Sabe aquele negócio do instalador da TV a Cabo ou da internet subir no telhado para fazer a instalação? Eu nunca gostei disso, pois pode quebrar telha, especialmente as telhas cerâmicas que são menos resistentes que as de concreto. Telhas quebradas geram infiltração que gera umidade na laje ou na parede.

Paredes na divisa
Este é um problema mais complicado, pois muita gente opta por fazer a construção da casa na divisa do terreno para ganhar espaço. O problema é que nem sempre você sabe o que tem do outro lado ou o que venha a ter, então se for construir pense bem neste caso. A solução para problemas de infiltrações em paredes assim depende do seu vizinho e nem sempre é fácil de resolver.

Como resolver o problema da infiltração?
Para resolver o problema geralmente é necessário raspar o reboco na região onde há a infiltração e esperar secar. Depois o correto seria aplicar algum produto impermeabilizante e fazer o novo reboco com massa de cimento bem forte. O ideal do impermeabilizante é que ele seja passado do lado de fora, isto é para evitar a penetração da água.

Alicerce
Muitos problemas de infiltração ocorrem na verdade pelo alicerce da unidade que sobe da terra. Então quando estiver construindo use um impermeabilizante no alicerce para evitar este problema.

Fonte: Fórum da Construção

O carteiro francês que passou mais de 30 anos construindo seu próprio palácio

Não é fácil ter tudo nessa vida, especialmente quando somos regidos por um sistema que só nos incentiva a comprar cada vez mais coisas e pagar caro por elas. Indo na contramão desta ideia e investindo no conceito do “faça você mesmo”, o carteiro francês Ferdinand Chevaldedicou 33 anos do seu tempo na construção do que ele chama de Palais Ideal, seu ideal palácio particular, na cidade de Hauterives, ao sudoeste da França.

A devoção pelo trabalho pode ser observada não só pelo tempo até a obra se consolidar, mas pelos mínimos detalhes que compõem essa magnífica estrutura arquitetônica, que poderia facilmente ser de algum artista famoso. E a história parece de filme: um belo dia, Cheval tropeçou numa pedra diferente, o que lhe deu algum tipo de inspiração para passar a coletar todas as que via pelo caminho diário de 28 quilômetros durante o trabalho.

A partir da coleção, deu início à construção de seu lar, em 1879, finalizando-a apenas em 1912. Atualmente, o local sedia concertos e exposições de arte, podendo ser visitado durante quase o ano todo. Não se esqueça dele na próxima vez que estiver em terras francesas.

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Fotos: 1.  Emmanuel Georges; 2. Thierry Ollivier; 3. Emmanuel Georges; 4. Daderot; 5. Marie Cardon; 6. Thierry Ollivier; 7. Emmanuel Georges; 8. Thierry Ollivier; 9. Wim Constant; 10. Thierry Ollivier; 11. divulgação; 12. divulgação; 13. divulgação

Foto do topo via faktor

Fonte: Nômades Digitais

Cientistas querem usar proteína para substituir postes por árvores que brilham

Já ouviu falar em árvores com luzes, sem ser aquelas que usamos no Natal? Uma equipe de pesquisadores japoneses desenvolveu proteínas que produzem luz visível a olho nu, de acordo com um estudo publicado pela revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences. A ideia principal é substituir postes de luzes por árvores iluminadas para economizarenergia elétrica.

As proteínas, chamadas de “nano-lanternas”, liberam luzes de cores azul, amarela, laranja ouverde, dependendo do tipo. As luzes poderão ser usadas em pesquisas médicas e para substituírem a eletricidade, conforme afirmado pela equipe de pesquisadores da Universidade de Osaka.

Atualmente, já são usadas substâncias parecidas para visualizar melhor processos microscópios, como o funcionamento de células e tecidos. Contudo, essas proteínas brilhantes acendem somente quando entram em contato com a luz, o que poderia matar os organismos examinados.  Como as novas proteínas acendem por conta própria, esse problema estaria solucionado.

As proteínas brilhantes foram desenvolvidas combinando proteínas vindas de águas vivas ecorais. Ao serem expostas a um tratamento químico, as proteínas emitem luzes 20 vezes mais forte do que a de proteínas brilhantes convencionais. Quem sabe, com avanços e pesquisas, poderemos substituir a energia elétrica por essas incríveis árvores fluorescentes?

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Foto ilustrativa via Japan Times

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Imagem via Universidade de Osaka

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Imagem via Mundo Cinza

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Fonte: Hypeness

Os cuidados no jardim durante o outono

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Com a chegada do outono, inicia-se um novo período. Os jardins e as plantas em vasos que certamente passaram maus bocados com o calor do verão – precisam de cuidados para recuperar a forma e enfrentar as transformações que chegam com a nova estação: o outono.

O outono é um excelente período para realizar duas tarefas no jardim: limpeza e adubação

Faxina geral. O primeiro passo para cuidar do jardim nessa época do ano é fazer uma boa limpeza. Elimine insetos e ervas daninhas que provavelmente invadiram canteiros e vasos durante o inverno. Folhas e galhos secos devem ser eliminados com uma poda de limpeza (veja abaixo).

Rastelos ajudam na tarefa da limpeza. Aproveite também para dar manutenção aos canteiros já formados, escarificando o solo para favorecer a aeração ou oxigenação das raízes. Evite neste caso o uso de enxada ou pá – esse trabalho deve ser realizado com escarificador ou sacho, pois esta ferramenta permite acessar o espaço entre as plantas sem, contudo, danificá-las.

Prepare o solo para a adubação. Nos vasos e jardineiras use um ancinho para revolver a terra superficialmente. Sempre que possível, prefira ingredientes orgânicos para fazer a adubação (húmus de minhoca, torta de mamona ou farinha de osso).

Cuidado com as podas: essa tarefa merece atenção!
Nada de podar plantas que vão florir no inverno ou início da primavera, pois sua floração pode ser prejudicada. Podas educativas (aquelas que dirigem o crescimento das folhagens) também não são recomendadas. O certo é fazer apenas uma poda de limpeza, retirando folhas amareladas e galhos secos para favorecer a penetração dos raios solares entre os galhos da planta. Essa poda de limpeza é especialmente indicada para as cercas vivas.

Dicas para fazer a poda de limpeza sem erros:
Com tesouras de pontas finas é possível alcançar áreas de acesso mais difícil em arbustos e cercas vivas, mas para hastes lenhosas é essencial usar uma tesoura de poda adequada, para não “mastigar” os caules. Use ferramentas sempre muito bem afiadas, evitando danificar as plantas. Para podar folhas mortas, faça um corte limpo, na extremidade do pecíolo, exatamente onde a haste da folha encontra o ramo.

Dê uma ajuda para as plantas que precisam de apoio.
De uma maneira geral, as plantas no outono perdem uma boa parte de suas folhas, o que oferece uma ótima oportunidade para verificar as condições das plantas que precisam de suporte, tutores e treliças. Verifique as condições gerais destes apoios e aproveite para corrigir a condução dos ramos que cresceram durante o verão. Evite fazer cortes e podas de correção, eliminando apenas os ramos que apresentarem algum problema sério (como quebra, ataque maciço de insetos ou pragas, etc.).

Garanta a umidade das plantas sem encharcar
Com o final do verão e a diminuição do calor, a quantidade de água das regas deve ser diminuída, pois a evaporação no outono é menor. Por outro lado, as plantas estarão entrando num período no qual as chuvas diminuem e o solo passa a ficar mais ressecado. Uma ótima medida é aproveitar para incorporar à terra elementos com ação hidrorretentora, ou seja, que absorvem e mantém a umidade na quantidade certa. O mais recomendado é o húmus de minhoca que além de cumprir essa função ainda contém bons nutrientes para as plantas.

Fonte: Fórum da Construção

O que dizem as normas brasileiras sobre o uso de estruturas de madeira em edificações multipavimentos?

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Conforme a abordagem de códigos de outras estruturas, à medida que o edifício cresce em altura, maior a preocupação com a ação do vento, as consequências decorrentes de pequenos desaprumos ou excentricidades, a necessidade de maior resistência contra ação de incêndios etc. Maior também a preocupação com a efetividade das ligações, dos contraventamentos e dos enrijecimentos, com instabilidades localizadas, risco de colapso progressivo e efeitos de segunda ordem em geral.

A rigor, mediante corretos dimensionamento e execução, qualquer madeira com massa específica razoável, superior digamos a 500 kg/m³, pode ser empregada em edificações com mais de um pavimento. A preferência por madeiras mais densas, com massa específica da ordem de 800 kg/m³ a 1.000 kg/m³, passa pela possibilidade de peças com bitolas menores e, até mais do que isso, maior resistência aos agentes xilófagos (cupins, brocas, fungos apodrecedores etc.). O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) dispõe de farto material sobre o uso de madeira na construção civil, podendo-se citar, dentre outras publicações, a Ficha de Características das Madeiras Brasileiras e o Catálogo de Madeiras Brasileiras para a Construção Civil, sendo que esta última publicação pode ser baixada gratuitamente no site www.ipt.br/centros_ tecnologicos/CT-FLORESTA.

Com base nas características indicadas nas referidas publicações, algumas das espécies com elevada resistência mecânica são: Angelim-amargoso, Angelim- pedra, Angelim-vermelho, Cumaru, Cupiúba, Garapa, Jatobá, Pau-roxo, Piquiarana, Uxi, Oiticica-amarela, Tauari e Tauari-vermelho.

Fonte: Techne.pini

Os benefícios do gerenciamento de obras

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Gerenciamento de Obras é um tipo de serviço de Engenharia que tem como foco fazer com que sejam cumpridos os objetivos de custo, prazo e qualidade. Evitando problemas, quanto a atrasos e aumento de custos.

Até alguns anos atrás, a atividade de gerenciamento era parte dos serviços oferecidos pelas construtoras. Porém, com o aumento da complexidade das obras, as construtoras perceberam que era preciso manter o foco na execução da obra, sua atividade fim.

A partir disso, nasceram as empresas gerenciadoras que, além de terem profissionais com elevado grau de conhecimento técnico em termos de normas, compreensão de projeto, interpretação das especificações e procedimentos de execução, contam com ferramentas e técnicas, tais como softwares e modelos de planejamento consagrados, para atingir os objetivos de cumprimento de prazos, custos e qualidade, entre outros.

As gerenciadoras, portanto, representam uma profissionalização do mercado de construção civil, ficando responsáveis por representar o cliente (dono da obra) frente às construtoras e garantindo que a obra seja executada de acordo com as necessidades do contratante. Além disso, Com um bom planejamento e gerenciamento, é possível reduzir em até 6% o custo final de um empreendimento.

O gerenciamento permite uma avaliação correta das etapas de execução, analisando prazos de entrega, tecnologias e equipamentos empregados, produtividade e, a cada passo, a avaliação do impacto no custo orçado, fazendo com que os gastos não saiam de controle. Com isso, garante-se que a obra, na fase de execução, mantenha um bom ritmo e sem sair dos trilhos, já que tudo foi planejado com antecedência, a fim de evitar os imprevistos que sempre encarecem os custos e impactam negativamente nos prazos.

É certo que sempre podem ocorrer surpresas, fora do raio de ação da gerenciadora, como longos períodos de chuvas, problemas com mão de obra, alta de preços, acidentes etc. Mas o bom gerenciamento procura prever e reduzir ao mínimo esses riscos ao mínimo.

Embora seja cada vez mais rara uma obra sem planejamento nos grandes centros urbanos, quanto mais tempo se investe nas etapas de planejamento e projeto, menores os custos e os prazos de execução da obra. Tudo isso evita que ocorram dúvidas e improvisações durante a construção, reduzindo o retrabalho, diminuindo desperdícios e a geração de entulho, tornando a obra mais sustentável do ponto de vista do meio ambiente, além de reduzir problemas com segurança do trabalho no canteiro e aumentar a qualidade das construções.

Os grandes empreendedores e as construtoras mais importantes do país já entenderam que com o planejamento e o gerenciamento de projetos e obras os resultados para seus negócios são melhores, na medida em que há racionalização na execução, resultando em um produto final de melhor qualidade.

Redução de Custos

Quando se analisam os custos nos orçamentos das construtoras, existem vários itens que encarecem o valor do produto final para o cliente contratante, entre eles, os riscos na contratação de subempreiteiros, atrasos, a bitributação (impostos que incidem sobre construtora e os fornecedores de serviços contratado por elas), taxa de administração, entre outros.

Para reduzir esses valores, a gerenciadora atua na forma de contratação, retirando do contrato com as construtoras alguns serviços que podem ser adquiridos diretamente pelo empreendedor, mas que ficarão sob a responsabilidade da construtora quanto ao cumprimento de prazos, qualidade, logística, controle de compras, etc.

Normalmente, estes serviços excluídos do contrato da construtora são os de instalações elétricas e hidráulicas, de combate a incêndio, automação, estruturas metálicas especiais, transporte vertical, e outros diversos. Assim, a gerenciadora, que tem mais tempo para fazer as contratações, pois atua desde o planejamento, pode estudar antecipadamente algumas soluções para a redução de custos desses serviços, além de ter liberdade de escolha. Com todos esses procedimentos, é possível chegar a uma redução de custo final do empreendimento de até 8%.

O importante é nunca esvaziar o contrato da construtora, pois ela deve ser a líder, sendo responsável direta por mais de 60% do valor da obra, assim como pelo canteiro geral, segurança patrimonial, controle de acessos, segurança do trabalho, logística do canteiro, compatibilização de todos os cronogramas, limpeza da obra, etc. E isso sempre com a supervisão da gerenciadora, que se torna o braço do cliente dentro da obra.

Estratégia Produtiva

A gerenciadora planeja e faz com que a forma de execução das atividades da obra atendam aos requisitos de prazo, de acordo com o cronograma, qualidade e custo do empreendimento. Isso colabora para viabilizar a estratégia produtiva da construtora, com o estabelecimento de metas e dos procedimentos necessários, de acordo com o processo de controle adotado para o empreendimento.

Dessa maneira a função da gerenciadora é planejar e coordenar todas as diferentes atividades e operações que fazem parte de uma construção. Tudo começa pelo gerenciamento e coordenação dos vários projetos, tais como o arquitetônico, o de estruturas, o de instalações elétricas e hidráulicas, entre outros. As interfaces entre esses projetos precisam ser estudadas para que na hora da execução não haja dúvidas sobre o que e como fazer, evitando improvisações, erros e retrabalhos.

Durante a execução do empreendimento, a gerenciadora irá acompanhá-lo para que sejam cumpridas todas as especificações do projeto. Tudo deve seguir uma sequência clara e lógica de etapas, com início, meio e fim, para atingir os objetivos definidos, de acordo com o prazo, custos e qualidade. Baseado num planejamento rigoroso, o gerenciamento busca antecipar problemas e imprevistos, resolvendo-os o máximo possível antes do início da fase da construção. Isso permite a racionalização e o aumento da produtividade, o que facilita o cumprimento de prazos, custos e qualidade.

Essas são as vantagens que o planejamento e o gerenciamento de obras podem trazer, pois oferecem uma visão clara entre diferentes níveis gerenciais, definindo o papel de cada envolvido no processo, reduzindo a probabilidade de erros na execução, definindo fluxos e etapas de construção, contribuindo na demarcação de padrões para o controle da obra.

Fonte: Fórum da Construção

Os cuidados no jardim durante o outono

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Com a chegada do outono, inicia-se um novo período. Os jardins e as plantas em vasos que certamente passaram maus bocados com o calor do verão – precisam de cuidados para recuperar a forma e enfrentar as transformações que chegam com a nova estação: o outono.

O outono é um excelente período para realizar duas tarefas no jardim: limpeza e adubação
Faxina geral. O primeiro passo para cuidar do jardim nessa época do ano é fazer uma boa limpeza. Elimine insetos e ervas daninhas que provavelmente invadiram canteiros e vasos durante o inverno. Folhas e galhos secos devem ser eliminados com uma poda de limpeza (veja abaixo).

Rastelos ajudam na tarefa da limpeza. Aproveite também para dar manutenção aos canteiros já formados, escarificando o solo para favorecer a aeração ou oxigenação das raízes. Evite neste caso o uso de enxada ou pá – esse trabalho deve ser realizado com escarificador ou sacho, pois esta ferramenta permite acessar o espaço entre as plantas sem, contudo, danificá-las.

Prepare o solo para a adubação. Nos vasos e jardineiras use um ancinho para revolver a terra superficialmente. Sempre que possível, prefira ingredientes orgânicos para fazer a adubação (húmus de minhoca, torta de mamona ou farinha de osso).

Cuidado com as podas: essa tarefa merece atenção!
Nada de podar plantas que vão florir no inverno ou início da primavera, pois sua floração pode ser prejudicada. Podas educativas (aquelas que dirigem o crescimento das folhagens) também não são recomendadas. O certo é fazer apenas uma poda de limpeza, retirando folhas amareladas e galhos secos para favorecer a penetração dos raios solares entre os galhos da planta. Essa poda de limpeza é especialmente indicada para as cercas vivas.

Dicas para fazer a poda de limpeza sem erros:
Com tesouras de pontas finas é possível alcançar áreas de acesso mais difícil em arbustos e cercas vivas, mas para hastes lenhosas é essencial usar uma tesoura de poda adequada, para não “mastigar” os caules. Use ferramentas sempre muito bem afiadas, evitando danificar as plantas. Para podar folhas mortas, faça um corte limpo, na extremidade do pecíolo, exatamente onde a haste da folha encontra o ramo.

Dê uma ajuda para as plantas que precisam de apoio.
De uma maneira geral, as plantas no outono perdem uma boa parte de suas folhas, o que oferece uma ótima oportunidade para verificar as condições das plantas que precisam de suporte, tutores e treliças. Verifique as condições gerais destes apoios e aproveite para corrigir a condução dos ramos que cresceram durante o verão. Evite fazer cortes e podas de correção, eliminando apenas os ramos que apresentarem algum problema sério (como quebra, ataque maciço de insetos ou pragas, etc.).

Garanta a umidade das plantas sem encharcar
Com o final do verão e a diminuição do calor, a quantidade de água das regas deve ser diminuída, pois a evaporação no outono é menor. Por outro lado, as plantas estarão entrando num período no qual as chuvas diminuem e o solo passa a ficar mais ressecado. Uma ótima medida é aproveitar para incorporar à terra elementos com ação hidrorretentora, ou seja, que absorvem e mantém a umidade na quantidade certa. O mais recomendado é o húmus de minhoca que além de cumprir essa função ainda contém bons nutrientes para as plantas.

Fonte: Fórum da Construção

Empresa chinesa constrói arranha-céu de 57 andares em apenas 19 dias.

A construtora Broad Sustainable Building, especializada em edifícios pré-fabricados, construiu um arranha-céu de 57 andares em apenas 19 dias na cidade de Changsha, na China. A empresa com sede na cidade divulgou na última semana um vídeo que mostra como foram feitas as obras, que alcançaram a velocidade de três pavimentos por dia.

O edifício, que tem 186 mil m² e cerca de 800 apartamentos, é o mais alto já construído pela construtora com o sistema de pré-moldados. A torre multiuso também abriga espaço para escritórios com capacidade para quatro mil pessoas.

De acordo com o arquiteto Zhang Xianmin, que integra a equipe de projetos da companhia, a construção em módulos reduziu o uso de cimento em uma quantidade equivalente a 15 mil caminhões. “Isso quase elimina a emissão de pó no ar, algo importante em uma China muito afetada pela poluição”, explicou.

A Broad Sustainable Building também destacou a eficiência energética do edifício, que economiza o equivalente a 12 mil toneladas de dióxido de carbono na comparação com arranha-céus do mesmo tamanho construídos com sistema convencional.

Em 2010, a empresa construiu um hotel de 15 andares em 48 horas e, no ano seguinte, um outro hotel de 30 andares no prazo de 15 dias. A companhia pretende construir em 90 dias o Sky City, que deve ser o prédio mais alto do mundo, com 220 andares. A viabilidade econômica e a segurança do empreendimento, no entanto, estão sendo estudadas pelas autoridades chinesas.

Fonte: Téchne.pini